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http://www.repositorio.uem.mz/handle258/1647Full metadata record
| DC Field | Value | Language |
|---|---|---|
| dc.contributor.advisor | Cugala, Domingos | - |
| dc.contributor.advisor | Canhanga, Laura | - |
| dc.contributor.author | Gathundia, Stephen Thuku | - |
| dc.date.accessioned | 2026-07-02T10:47:25Z | - |
| dc.date.issued | 2026-06 | - |
| dc.identifier.uri | http://www.repositorio.uem.mz/handle258/1647 | - |
| dc.description.abstract | Maize (Zea mays) remain one of the important crop cultivated worldwide. In Mozambique, it is a staple food crop for the majority of the population. However, pests such as Spodoptera frugiperda (J. E. Smith) (Lepidoptera: Noctuidae) threatens maize production with complete crop loss being reported. The use of insecticides remains common choice of FAW management coupled with human and environmental hazards leading to increasing concerns over their long- term sustainability. This highlights the need for shift of interest to Integrated Pest Management (IPM) practices among which are behavioral manipulation methods. A promising nature based FAW management technique within the scope of IPM is Push Pull technology which involve repelling (Push) FAW away from the economical crop using volatile stimuli and driving them towards attractive crop (pull). However, use of desmodium has limited adoption necessitating need of diversifying push plants. Basil (Ocimum basilicum), coriander (Coriandrum sativum L.) and mint (Mentha × piperita) are repellent intercrops, with food and direct economic value, may represent better options in place of desmodium and remain largely underexplored. This study assesses the behavior of FAW when exposed to basil, coriander and mint. Laboratory oviposition studies were conducted in no choice and two choice, extended also in semi field conditions. Additionally, FAW survival, development duration and reproductive parameters were estimated when reared on the test plants. In laboratory conditions a Y tube olfactometer was used to study behavioral responses to various stimuli. The no choice tests revealed high mean number of eggs (191.9 ± 35.4) and egg masses (1.6 ± 0.3) oviposited on basil, followed by coriander (103.7 ± 37.6; 1.1 ± 0.4), while mint had the least (46.1 ± 26.9; 0.5 ± 0.3). Two choice oviposition revealed high oviposition in basil (328 ± 33.9 eggs; 3.2 ± 0.3 egg masses) and coriander (222.8 ± 43.6; 2 ± 0.4), while mint showed oviposition mainly on cage walls (473 ± 64.8; 3.6 ± 0.3) and least on mint (136.6 ± 38.5; 1.5 ± 0.4). Semi field two choice experiment revealed high eggs (1237 ± 135) and egg masses (7.5 ± 0.5) on basil, while mint had the least (826 ± 25.0; 4.25 ± 0.25). Basil-fed larvae showed highest survival, shortest development, highest pupal weight, pupation rate, and highest fecundity in F 1 and F 2 , followed by coriander, while mint caused total mortality. Y tube olfactometer response showed high attractiveness to basil (75%) and coriander (57.1%), while mint showed low relative olfactory selection rate (14.3%). The trial between test plants against maize showed selection rates of 30% for basil, 28.6% for coriander and 10% for mint. When combined with maize, basil showed highest preference (40%), followed by coriander (25%), while mint had the least (20%). Generally, mint exhibited potential repellent properties | en_US |
| dc.language.iso | eng | en_US |
| dc.publisher | Universidade Eduardo Mondlane | en_US |
| dc.rights | openAcess | en_US |
| dc.subject | Fall armyworm | en_US |
| dc.subject | Host plant adaptability | en_US |
| dc.subject | Oviposition preference | en_US |
| dc.subject | Relative olfactometer selection | en_US |
| dc.subject | Repellent plant | en_US |
| dc.subject | Adaptabilidade à planta hospedeira | en_US |
| dc.subject | Planta repelente | en_US |
| dc.subject | Lagarta do funil do milho | en_US |
| dc.subject | Seleção olfativa relativa | en_US |
| dc.title | Assessment of fall armyworm behavioral response on three repellent plants for potential integration in push pull technology | en_US |
| dc.type | thesis | en_US |
| dc.description.embargo | 2026-06-30 | - |
| dc.description.resumo | O milho (Zea mays) continua a ser uma das culturas mais importantes cultivadas a nível mundial. Em Moçambique, constitui um alimento básico para a maioria da população. No entanto, pragas como Spodoptera frugiperda (J. E. Smith) (Lepidoptera: Noctuidae) ameaçam a produção de milho, tendo sido reportadas perdas totais da cultura. O uso de inseticidas continua a ser uma prática comum no controlo da lagarta do funil do milho (LFM), estando associado a riscos para a saúde humana e para o ambiente, o que levanta preocupações quanto à sua sustentabilidade a longo prazo. Isto evidencia a necessidade de uma mudança para práticas de Maneio Integrado de Pragas (MIP), incluindo métodos de manipulação comportamental. Uma técnica promissora para o controlo da LFM, no âmbito do MIP, é a tecnologia push–pull, que consiste em repelir (push) a praga da cultura principal através de estímulos voláteis e atraí-la (pull) para culturas atractivas. Contudo, o uso de desmodium tem tido uma adopção limitada, tornando necessária a diversificação das plantas repelentes. O manjericão (Ocimum basilicum), o coentro (Coriandrum sativum L.) e a hortelã (Mentha × piperita), com propriedades repelentes e valor alimentar e económico directo, podem constituir alternativas ao desmodium, embora ainda pouco exploradas. Este estudo avaliou o comportamento da LFM quando exposta a manjericão, coentro e hortelã. Foram realizados ensaios laboratoriais de oviposição em condições de não escolha e de dupla escolha, também em semi-campo. Adicionalmente, foram avaliadas a sobrevivência, a duração do desenvolvimento e os parâmetros reprodutivos quando criada nas plantas em estudo, e em laboratório utilizou-se também um olfatómetro em Y para estudar respostas comportamentais. Os ensaios de não escolha revelaram um elevado número médio de ovos (191,9 ± 35,4) e massas de ovos (1,6 ± 0,3) no manjericão, seguido do coentro (103,7 ± 37,6 e 1,1 ± 0,4), enquanto a hortelã apresentou os valores mais baixos (46,1 ± 26,9 e 0,5 ± 0,3). Nos ensaios de dupla escolha, verificou-se maior oviposição no manjericão (328 ± 33,9 e 3,2 ± 0,3) e no coentro (222,8 ± 43,6 e 2,0 ± 0,4), enquanto na hortelã as mariposas apresentaram maior oviposição nas paredes da gaiola (473 ± 64,8 e 3,6 ± 0,3) e menor na própria hortelã (136,6 ± 38,5 e 1,5 ± 0,4). O ensaio em semi-campo revelou valores mais elevados no manjericão (1237 ± 135 e 7,5 ± 0,5) e mais baixos na hortelã (826 ± 25,0 e 4,25 ± 0,25). As larvas alimentadas com manjericão apresentaram maior sobrevivência, menor duração, maior peso pupal, maior pupação e maior fecundidade nas gerações F 1 e F 2 , seguidas pelas de coentro, enquanto a hortelã resultou em mortalidade total. O olfatómetro em Y revelou maior atratividade para o manjericão (75%) e coentro (57,1%), enquanto a hortelã apresentou menor selecção olfativa relativa (14,3%). Nos ensaios entre plantas de teste e milho, a selecção foi de 30% para manjericão, 28,6% para coentro e 10% para hortelã. Quando combinadas com milho, o manjericão apresentou maior preferência (40%), seguido do coentro (25%), enquanto a hortelã apresentou menor (20%). De forma geral, a hortelã demonstrou potencial como planta repelente | en_US |
| Appears in Collections: | Dissertações de Mestrado - FAEF | |
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