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<title>Departamento de Física - DF - FC</title>
<link>http://www.repositorio.uem.mz/handle258/94</link>
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<pubDate>Sat, 09 May 2026 04:19:44 GMT</pubDate>
<dc:date>2026-05-09T04:19:44Z</dc:date>
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<title>Estudo da erosão fluvial nas regiões de Machilua, 1º de Maio e Namitange, distrito de Inhassunge, província da Zambézia</title>
<link>http://www.repositorio.uem.mz/handle258/1588</link>
<description>Estudo da erosão fluvial nas regiões de Machilua, 1º de Maio e Namitange, distrito de Inhassunge, província da Zambézia
Mundeira, Mundeira Tomé
A presente pesquisa teve como objectivo estudar a erosão fluvial nas regiões de Machilua, 1o de Maio e&#13;
Namitange, localizadas no distrito de Inhassunge, província da Zambézia, no período compreendido entre&#13;
1993 a 2023. A investigação baseou-se numa abordagem mista, envolvendo entrevistas com moradores&#13;
locais, análise de imagens de satélite, medições directas no terreno, recolha e análise de amostras de&#13;
sedimentos, medição da velocidade das correntes e da amplitude das marés, assim como observações&#13;
sobre a cobertura vegetal e a existência de infraestruturas costeiras. Os resultados revelam um processo&#13;
acelerado de erosão, particularmente entre 2013 á 2023. Verificou-se um recuo significativo da linha de&#13;
costa: em Machilua, até 29,3 m; em Namitange, superior a 30 m; e no bairro 1o de Maio, até 20 m. A&#13;
monitoria realizada em 2024, com a instalação de 29 marcos a 9 m da linha de erosão, mostrou recuos&#13;
de 7 á 9 m antes de dezembro. As análises de sedimentos indicaram a predominância de silte fino e&#13;
grosso, materiais altamente suscetíveis à erosão devido à sua baixa coesão e fácil mobilidade. A&#13;
velocidade das correntes fluviais, durante a vazante, ultrapassou 21 cm/s, associada à amplitude das&#13;
marés que atingiu acima de 350 cm, intensificando o desgaste das margens. As projecções apontam que,&#13;
sem intervenções, o recuo poderá ultrapassar 1.500 m nas próximas décadas. Recomenda-se o&#13;
reflorestamento de mangal e casuarinas, bem como barreiras artificiais de contenção. Conclui-se que a&#13;
erosão fluvial em Inhassunge constitui uma ameaça ambiental, social e económica de elevada magnitude
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<pubDate>Mon, 01 Dec 2025 00:00:00 GMT</pubDate>
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<dc:date>2025-12-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Sustentabilidade do sistema de transportes do grande-Maputo num cenário de crescente demanda e mudança climática: caso da frota dos transportes públicos entre as cidades de Maputo e Matola</title>
<link>http://www.repositorio.uem.mz/handle258/1549</link>
<description>Sustentabilidade do sistema de transportes do grande-Maputo num cenário de crescente demanda e mudança climática: caso da frota dos transportes públicos entre as cidades de Maputo e Matola
Chambal, Elton Filimone
Na perspectiva de promover o desenvolvimento de baixo carbono e melhorar o desempenho do&#13;
sistema de transportes, esta pesquisa tem como objectivo avaliar as alternativas de redução de&#13;
GEEs no sector de transportes de passageiros no contexto da mitigação de mudanças climáticas&#13;
tendo em conta a viabilidade económica do uso do gás natural neste sector. Para tal, a pesquisa&#13;
explora dados de transportes rodoviários e ferroviários, dados demográficos, PIB per capita das&#13;
duas cidades, dados sobre o custo de conversão de veículos e do custo de combustíveis. Com&#13;
recurso a ferramenta de modelação do sector de energia, LEAP, faz se análise de três cenários, um&#13;
de Referência, que espelha a situação actual dos transportes e outros dois de mitigação, para um&#13;
período entre 2018 e 2040. Os resultados obtidos indicam que a implementação dos Cenários&#13;
Intermédio e Optimista concorre para a redução das emissões em 4% e em 10% até 2040, em&#13;
relação ao cenário de Referência e indicadores económicos estimam que após a conversão de&#13;
veículos para GNV, o valor total investido seja recuperado num período que varia entre 9 e 16&#13;
meses, apenas em combustível. Contudo, a implementação desta pesquisa não só trará benefícios&#13;
ambientais, mas poderá aumentar o PIB, atraindo mais investimento na área do gás e gerar mais&#13;
emprego, para além de gerar mais crédito de carbono para o país e contribuir para a mitigação das&#13;
mudanças climáticas
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<pubDate>Sun, 19 Oct 2025 00:00:00 GMT</pubDate>
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<dc:date>2025-10-19T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Repercussões ambientais do uso da energia solar: análise da cadeia de produtos e dos efeitos no local de instalação</title>
<link>http://www.repositorio.uem.mz/handle258/1524</link>
<description>Repercussões ambientais do uso da energia solar: análise da cadeia de produtos e dos efeitos no local de instalação
Jambo, Eugénio Gabriel
Com o aumento das alterações climáticas, a emissão de gases do efeito estufa e os impactos ao&#13;
meio ambiente, a necessidade de reduzir o uso de combustíveis fósseis tornou-se uma prioridade&#13;
global. As energias renováveis podem ser uma boa alternativa para a mitigação de impactos&#13;
ambientais. Especialmente a energia solar que é uma energia contínua e abundante. A energia&#13;
fotovoltaica provém do efeito do mesmo nome e resulta da transformação da energia solar em&#13;
energia eléctrica.&#13;
A matéria-prima na tecnologia fotovoltaica é o silício de 99,9% de pureza. Para isso, deve-se&#13;
purificar o silício natural para produzir o wafer (bolacha, primeiro produto de silício puro) e seguir&#13;
os demais processos até se chegar ao módulo fotovoltaico. No entanto, a produção do módulo pode&#13;
gerar impactos ao meio ambiente. Este trabalho tem por objectivo avaliar os impactos ambientais&#13;
causados em todo o processo produtivo do módulo fotovoltaico (FV) por meio de uma avaliação&#13;
do ciclo de vida (ACV) e avaliar os impactos ambientais no local da produção de energia eléctrica&#13;
por meio de pesquisa por inquérito da comunidade local do projecto (bairro de Macharote, na&#13;
cidade de Dondo).&#13;
A unidade funcional, escolhida para a ACV foi o quilowatt-hora (1 kWh) e toma-se como base o&#13;
processo de geração de 330 kWh através do efeito FV ou da geração fotovoltaica e da energia&#13;
hidroeléctrica. Aquela quantidade representa a energia típica necessária para alimentar uma&#13;
residência de porte médio durante um mês. Para analisar a ACV, foi utilizado o Software GaBi e&#13;
os indicadores analisados foram o consumo de água e energia, o Potencial de Aquecimento Global&#13;
(PAG), o Potencial de Acidificação (PA), o Potencial de Eutrofização (PE), o Potencial de&#13;
Toxicidade Humana (PTH) e a Deplecção Abiótica Fóssil (DAF). Para analisar os impactos&#13;
ambientais no local do projecto foram considerados questionários por inquérito referente ao meio&#13;
físico, biótico e socio-económico.&#13;
Os resultados obtidos apontam para a existência de maior contribuição do módulo fotovoltaico em&#13;
todas as categorias de impacto ambiental analisadas, isso se deve ao facto de além do conjunto de&#13;
células solares, o módulo também ser constituído por vidro e alumínio que agregam grande&#13;
contribuição nos impactos ambientais. Em seguida a purificação do silício, a extracção do silício,&#13;
a produção do wafer. A célula não apresentou nenhuma contribuição relativa devido ao facto de&#13;
seus percentuais não terem alcançado 1% em todas categorias.&#13;
A população de Macharote, especialmente a população economicamente activa dos núcleos&#13;
urbanos mais próximos, cria uma expectativa quanto à melhoria de vida pela oferta de empregos&#13;
directos ou indirectos, bem como pelas oportunidades que surgirão quanto à forma de oportunidade&#13;
de negócios, oportunidade de qualificação profissional, melhoria dos níveis de escolaridade e&#13;
desenvolvimento económico da cidade de Dondo.&#13;
De acordo com a visita efectuada e as entrevistas feitas aos moradores locais do projecto e os&#13;
estudos preliminares determinaram a inexistência de questões suficientemente significativas para&#13;
impedirem o prosseguimento da execução do projecto de construção da Central Solar de Dondo
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<pubDate>Tue, 02 Sep 2025 00:00:00 GMT</pubDate>
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<dc:date>2025-09-02T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Acesso universal à energia em Moçambique: estratégia para atrair investimentos em mini-redes</title>
<link>http://www.repositorio.uem.mz/handle258/1506</link>
<description>Acesso universal à energia em Moçambique: estratégia para atrair investimentos em mini-redes
Fernando, Augusto de Sousa
A Estratégia Nacional de Electrificação, aprovada pelo Governo de Moçambique em 2018,&#13;
estabelece que, no âmbito do programa visando o alcance do universal à electricidade, em 2030,&#13;
13% da população terá energia eléctrica através de Mini-redes, sendo que, até Dezembro de&#13;
2023, menos de 1% da população tinha acesso à energia eléctrica fornecida por estas infra-&#13;
estruturas.&#13;
Para a expansão de Mini-redes, de entre outros aspectos, deve-se massificar a participação do&#13;
Sector Privado, tendo em conta que a sua tarifa de viabilidade varia entre 4 e 13 vezes em&#13;
relação à tarifa dos consumidores da Rede Eléctrica. No entanto, a participação do Sector&#13;
Privado, está condicionada à aplicação da tarifa de viabilidade e, considerando que os&#13;
consumidores das Mini-redes, têm baixa capacidade financeira, a aderência será muito baixa,&#13;
inviabilizando a sua massificação.&#13;
O presente trabalho confirma que a tarifa de viabilidade das Mini-redes, em Moçambique, está&#13;
muito acima da dos consumidores da Rede Eléctrica, e identifica uma forma sustentável dos&#13;
seus Operadores, que consiste na prática da tarifa da Rede Eléctrica, de modo que não operem&#13;
com prejuízos, devendo beneficiar-se de um subsídio.&#13;
Assim, atentas as limitações de ordem financeiras do Governo, no financiamento do subsídio&#13;
às Mini-redes, o presente trabalho, apresenta uma metodologia para o seu apuramento, fonte do&#13;
financiamento, através do subsídio cruzado entre os consumidores da Rede Eléctrica e das Mini-&#13;
Redes, bem como os mecanismos de operacionalização do financiamento desse subsídio, desta&#13;
forma, assegurando a atracção de investimentos em Mini-Redes em Moçambique
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<pubDate>Tue, 01 Jul 2025 00:00:00 GMT</pubDate>
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<dc:date>2025-07-01T00:00:00Z</dc:date>
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