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<title>Departamento de Linguística e Literatura - DLL - FLCS</title>
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<dc:date>2026-06-02T18:31:29Z</dc:date>
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<title>Quem cala consente? o significado do silêncio e o seu impacto em interrogatórios de tribunal</title>
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<description>Quem cala consente? o significado do silêncio e o seu impacto em interrogatórios de tribunal
Ibrahimo, Amina Nádia Aboobacar
O presente trabalho tem como foco de análise o silêncio em contexto jurídico,&#13;
especificamente, em audições de tribunal. Tendo como título “Quem cala consente? O&#13;
significado do silêncio e seu impacto no contexto jurídico”, a pesquisa procura perceber as&#13;
interpretações do silêncio em interrogatórios de tribunal. Sendo visto como ausência de fala, o&#13;
silêncio é muitas vezes associado ao nada; o silêncio é deixado de lado como fenómeno&#13;
comunicador. Um olhar mais atento a este fenómeno mostra que este não é o caso, visto que o&#13;
silêncio não constitui ausência de comunicação de acordo com autores como Mesthrie (2009),&#13;
Oliveira (2009), Orlandi (2009), etc., significando consentimento, afirmação ou confirmação&#13;
em muitos cenários.&#13;
O estudo é desenvolvido na base da seguinte preocupação: Que interpretação se pode&#13;
fazer do silêncio em interrogatórios de tribunal? A fim de responder à questão, o trabalho&#13;
contou com uma pesquisa bibliográfica e documental, assumindo uma abordagem qualitativa,&#13;
contando com gravações de duas audições de julgamento como dados de análise, tendo sido&#13;
analisados à luz da Análise do Discurso, Análise Conversacional e Teoria de Actos de Fala.&#13;
Com o presente estudo, concluiu-se que o silêncio no contexto jurídico constitui um&#13;
fenómeno comunicativo significativo, manifestando-se como recusa de pronunciamento&#13;
através de actos de fala compromissivos; representa um direito do arguido ou réu que o previne&#13;
de se auto-incriminar. Apesar disso, o silêncio é interpretado como sinal de culpa, uma vez que&#13;
num cenário onde se privilegia a palavra, todo aquele que voluntária e conscientemente se&#13;
recusa a falar é assumido como não-cooperativo, dando indício de alguma culpa e fazendo&#13;
valer o ditado: quem cala consente.
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<dc:date>2025-07-02T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Translanguaging inside and outside the refugees’ School in kakuma Refugee camp in Turkana county, Keny</title>
<link>http://www.repositorio.uem.mz/handle258/1521</link>
<description>Translanguaging inside and outside the refugees’ School in kakuma Refugee camp in Turkana county, Keny
Lokidor, Edward Ekadeli
This study discusses translanguaging practices inside and outside Kakuma refugee camp&#13;
school in Turkana County North Western part of Kenya. The study explored how teachers&#13;
draw on their students’ entire linguistic repertoires in the teaching and learning of English&#13;
which is language of teaching and learning (LoTL) and Kiswahili which is language of&#13;
communication (LoC). It also investigated the motivation and teachers’, students’ and&#13;
education officers’ attitudes towards translanguaging in Kakuma refugee camp school.&#13;
Further, the study examined the implementation of language-in-education policy in Kenya&#13;
and practice in Kakuma refugee camp school.&#13;
This study was guided by translanguaging theory. Through a case study approach, semi-&#13;
structured interviews, unstructured interviews, focus group interviews, and observation&#13;
method. Data were analysed using thematic analysis. The findings of the study show that&#13;
although teachers use translanguaging in the teaching and learning of English and Kiswahili&#13;
in Kakuma refugee camp school, they do not utilise it effectively as a teaching pedagogy.&#13;
The findings also indicate that the reasons for using translanguaging were: facilitating&#13;
students’ understanding of subject matter, enhancing meaning making in the lesson,&#13;
activating classroom participation and fostering communication. Along the same line, the&#13;
findings reveal that teachers, students and education officers have positive attitudes towards&#13;
translanguaging, even though teachers and education officers do not support use of&#13;
translanguaging in writing. Moreover, the findings demonstrate mismatch between&#13;
language-in-education policy in Kenya and practice in Kakuma refugee and also show that&#13;
students have a challenge in English which is LoTL thereby informing use of&#13;
translanguaging in the camp school. The findings of this study are consistent with other&#13;
studies carried in refugee camps that have indicated that translanguaging facilitates the&#13;
teaching and learning of new languages used as LoTL in the host countries.&#13;
The findings of this study may inform the need to recognise translanguaging as a legitimate&#13;
teaching pedagogy in the language-in-education policy in Kenya and in Kakuma refugee&#13;
camp schools in Kenya. The study also recommends translanguaging to be incorporated in&#13;
teacher education, in teacher training colleges and in in-service training of teachers&#13;
employed by agencies dealing with the education for refugees in Kenya
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<dc:date>2024-11-01T00:00:00Z</dc:date>
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<item rdf:about="http://www.repositorio.uem.mz/handle258/1455">
<title>O ensino da colocação pronominal: subsídios para uma intervenção didáctica aplicada ao ensino secundário geral</title>
<link>http://www.repositorio.uem.mz/handle258/1455</link>
<description>O ensino da colocação pronominal: subsídios para uma intervenção didáctica aplicada ao ensino secundário geral
Nhaguilunguane, António Marcos
A colocação do pronome clítico é uma das áreas críticas de aquisição do Português de Moçambique&#13;
(Gonçalves, 2010), implicando, por isso, a planificação de um conjunto de acções didácticas, quer para&#13;
melhorar a competência linguística desta população, na área referida, quer para verificar, com base nos&#13;
resultados de sequências e/ou dispositivos didácticos, o efeito obtido na competência linguística do grupo&#13;
alvo e avaliar a e adequação das oficinas aos alunos do ESG. Para o efeito, como objectivo geral, propõe-&#13;
se a construção e aplicação de um instrumento didáctico que ajude a solucionar os problemas que os alunos&#13;
do ESG encontram na colocação do pronome clítico. Relativamente à metodologia adoptada, no sentido de&#13;
responder às questões deste estudo, esta pesquisa é de natureza qualitativa, tendo como população e uma&#13;
amostra de 10 estudantes da 11a classe da Escola Secundária Josina Machel, seleccionados aleatoriamente.&#13;
Pela natureza da pesquisa, os dados são recolhidos a partir de: i) inquérito sociolinguístico para obtenção&#13;
do perfil sociolinguístico dos alunos; ii) teste de produção provocada para elicitação dos dados e formação&#13;
do corpus; iii) oficina gramatical como dispositivo de intervenção didáctica; e iv) produção textual para a&#13;
avaliação da aprendizagem realizada após a intervenção. Os dados obtidos foram transformados e&#13;
convertidos com recurso à Google Forms e folhas excel. Como resultado, verificou-se que a oficina aplicada&#13;
aos alunos do ESG dá indícios de que este dispositivo didáctico ajuda a intervir no processo de aquisição&#13;
dos padrões de colocação do pronome clítico. Constatou-se também que este dispositivo didáctico é&#13;
adequado ao ESG, uma vez que o retorno dos alunos no âmbito do inquérito de percepção foi positivo.&#13;
Assim, é necessário que a aplicação da oficina seja sistemática e não pontual, porque, conforme constatado,&#13;
no ESG, nem as oficinas, nem a escrita são trabalhadas
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<dc:date>2024-12-01T00:00:00Z</dc:date>
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<item rdf:about="http://www.repositorio.uem.mz/handle258/1415">
<title>As conversações quotidianas e as assimetrias de poder entre homens e mulheres em Xificundri</title>
<link>http://www.repositorio.uem.mz/handle258/1415</link>
<description>As conversações quotidianas e as assimetrias de poder entre homens e mulheres em Xificundri
Mavota, Luís Isaías
O Homem é um ser social, por isso dialógico, o que significa que ele necessita de interagir com&#13;
o seu semelhante para satisfazer as suas necessidades, desde as mais simples até às mais&#13;
complexas. Essa interacção é realizada com recurso à linguagem, seja verbal, não-verbal ou&#13;
multimodal. As conversas, embora possam ser simétricas, comummente, têm em si subjacente&#13;
o poder, enquanto capacidade de influenciar os outros. O poder decorre dos papéis sociais que&#13;
os interlocutores ocupam nas organizações sociais, não sendo excepção a interacção de&#13;
indivíduos de géneros diferentes. As assimetrias de poder na interacção conversacional&#13;
manifestam-se através das escolhas linguísticas. É, portanto, neste contexto que surge a&#13;
presente pesquisa intitulada “As conversações quotidianas e as assimetrias de poder entre&#13;
homens e mulheres em Xificundri”, cujo objectivo central é analisar a ocorrência de&#13;
assimetrias de poder com recurso a elementos linguísticos de natureza pragmática na interacção&#13;
quotidiana entre homens e mulheres em diferentes domínios sociais. O estudo é qualitativo,&#13;
tendo, fundamentalmente, recorrido à observação directa como principal técnica de recolha de&#13;
dados, com destaque às gravações de conversas para a constituição do corpus e às entrevistas&#13;
para esclarecer a ocorrência de alguns comportamentos de interlocutores durante as diferentes&#13;
interacções conversacionais gravadas. O estudo foi realizado no bairro de Xificundri,&#13;
localidade de Ngalundi, posto administrativo de Bobole, distrito de Marracuene, e os dados&#13;
foram recolhidos nos domínios laboral, religioso, familiar e entretenimento. A pesquisa&#13;
constatou que, na interacção entre homens e mulheres, existem assimetrias de poder, motivadas&#13;
por diferentes factores sociais, destacando-se a função que os interlocutores exercem no meio&#13;
social ou organizacional, razão por que não se pode afirmar, a priori, que, numa interacção, o&#13;
poder é exercido pelos homens ou pelas mulheres. Os resultados do estudo mostram que, no&#13;
DL, dependendo do contexto da conversa, existe, por um lado, uma tendência de ocultar o&#13;
poder com recurso à polidez da face e ao não uso de actos directivos directos. Por outro, há&#13;
tendência de se recorrer ao poder institucional para consubstanciar algum posicionamento. No&#13;
DR, a tendência é contrária, havendo preocupação de se exercer o poder de diferentes maneiras,&#13;
com destaque para a não produção de turnos adjacentes, o não uso de formas de tratamento por&#13;
parte dos homens, a monopolização da fala e turnos excessivamente longos. Na família, o poder&#13;
é decorrente do processo de socialização que se inculca nos membros da sociedade, colocando&#13;
o homem sempre num lugar de poder, que se manifesta com recurso à deixis, actos de fala,&#13;
estratégias de coortesia, entre outros. Por último, no domínio do entretenimento, as relações de&#13;
poder revelaram-se ser de grau zero, havendo, porém, eventos de interacção em que os&#13;
interlocutores, por alguma razão, reclamam o poder. O estudo conclui que o poder, dependendo&#13;
do domínio e do papel social dos interlocutores, pode ser exercido tanto por homens, assim&#13;
como por mulheres
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