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<title>Faculdade de Direito - FD</title>
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<updated>2026-05-02T05:05:37Z</updated>
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<title>A Natureza jurídica das sociedades de advogados de Moçambique</title>
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<name>Macamo, Eduardo Luís</name>
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<updated>2026-03-09T12:15:50Z</updated>
<published>2025-03-01T00:00:00Z</published>
<summary type="text">A Natureza jurídica das sociedades de advogados de Moçambique
Macamo, Eduardo Luís
O presente trabalho tem como tema “A Natureza Jurídica das Sociedades de Advogados”. O problema centra-se em determinar se as sociedades de advogados são sociedades civis, civis&#13;
sob forma comercial ou comerciais, considerando que o seu objecto exclusivo é o exercício em&#13;
comum da profissão de advogado, estabelecido na Lei das Sociedades de Advogados e no&#13;
Estatuto da Ordem dos Advogados de Moçambique, enquanto a organização segue&#13;
subsidiariamente o regime das sociedades por quotas do Código Comercial. O estudo conclui que&#13;
as sociedades de advogados não podem ser classificadas como civis puras, pois a remissão ao&#13;
regime comercial modifica a sua configuração, nem como sociedades civis sob forma comercial,&#13;
uma vez que esta figura foi extinta pela reforma de 2005 e reafirmada pelo novo Código&#13;
Comercial. Também não se trata de sociedades comerciais em sentido estrito, dado que o seu&#13;
objecto não é voltado para actividade empresarial, mas para o exercício em comum da profissão&#13;
de advogado. Com recurso à consulta bibliográfica e pesquisa eletrónica, defende-se que as&#13;
sociedades de advogados possuem uma natureza “Sui Generis”, combinando elementos das&#13;
sociedades civis e comerciais, constituindo uma categoria autónoma no ordenamento jurídico&#13;
moçambicano, onde a aplicação subsidiária do Código Comercial não lhes confere natureza&#13;
comercial, mas reforça a sua especificidade enquanto entidades voltadas exclusivamente à prática&#13;
da advocacia
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<dc:date>2025-03-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>O estigma, a discriminação e o direito à saúde de pessoas com covid-19 na cidade de Maputo</title>
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<name>Manjate, Chelsea</name>
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<updated>2025-10-28T11:32:44Z</updated>
<published>2024-07-01T00:00:00Z</published>
<summary type="text">O estigma, a discriminação e o direito à saúde de pessoas com covid-19 na cidade de Maputo
Manjate, Chelsea
O presente trabalho intitulado, " O estigma, a discriminação e o direito à saúde de pessoas com&#13;
COVID-19 na Cidade de Maputo – caso Centro de Saúde da Malhangalene" no período de 2020 à&#13;
2022, tem por objectivo compreender o impacto do estigma e da discriminação das pessoas com&#13;
COVID-19 na protecção do seu direito humano à saúde em Moçambique. Com uma relevância social,&#13;
face à realidade enfrentada pelos pacientes e profissionais de saúde em Moçambique, no que concerne a&#13;
actos de discriminação e estigma, concretamente na Cidade de Maputo, nossa jurisdição de estudo. Este&#13;
estudo revela ter havido uma subida dos casos de contaminação da COVID -19 na cidade de Maputo,&#13;
concretamente no Centro de Saúde da Malhangalene, tendo em consideração que de 982 casos positivos&#13;
de Corona vírus registados, 33 são referentes ao ano de 2020, início da pandemia o que corresponde a&#13;
3%. No ano de 2021, o número foi subindo gradualmente chegando a atingir 393, o que corresponde a&#13;
40%. Para este Centro, o ano de 2022, foi o pico, na medida em que foram acusados positivos 556,&#13;
sendo 233 para o teste PCR e 323 para o teste TDR, o que corresponde a 57% do número global dos&#13;
três anos de referência. Além disso, pode – se notar que 48% dos inqueridos não sofreram nenhum tipo&#13;
de discriminação ou estigma. 35% dos interlocutores, afirmam ter sofrido algum tipo de discriminação&#13;
ou estigma e 17% defendem que os casos de discriminação e estigma que sofreram não foram de forma&#13;
directa. Para o efeito, o Estado moçambicano levou a cabo várias acções por forma a garantir a&#13;
assistência psicológica e protecção das pessoas diagnosticadas com a COVID-19 contra actos de&#13;
violação dos seus direitos humanos à saúde, devido a discriminação e estigma
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<dc:date>2024-07-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>O direito de acesso à informação das pessoas com deficiência em Maputo: uma mera formalização legislativa</title>
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<name>Massango, Florinda Júlio</name>
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<updated>2025-10-28T11:32:32Z</updated>
<published>2024-12-01T00:00:00Z</published>
<summary type="text">O direito de acesso à informação das pessoas com deficiência em Maputo: uma mera formalização legislativa
Massango, Florinda Júlio
O presente trabalho, com o tema “O Direito de Acesso à Informação das Pessoas com&#13;
Deficiência em Maputo: Uma Mera Formalização Legislativa?”, tem como objectivo aferir o&#13;
nível de conhecimento e de exercício do direito à informação pelas pessoas com deficiência,&#13;
volvidos aproximadamente 10 anos desde a aprovação da Lei do Direito à Informação e do&#13;
respectivo Regulamento, como instrumentos integrantes ao Ordenamento Jurídico&#13;
Moçambicano. Para o efeito, foi analisado o direito à informação nos principais instrumentos&#13;
internacionais e regionais de protecção e defesa dos direitos humanos, assim como, na&#13;
legislação nacional sobre a matéria, tendo como linha de base as concepções de um fórum de&#13;
organizações de pessoas com deficiência ao nível da cidade de Maputo e de instituições (uma&#13;
do governo e outra não governamental) cujas áreas de actuação estão relacionadas com a&#13;
divulgação, coordenação de acções e monitoria da implementação da lei do direito à&#13;
informação. O presente estudo analisa por um lado, o actual cenário do exercício do direito à&#13;
informação pelas pessoas com deficiência, sobretudo, na vertente da disponibilização de&#13;
informação pelas entidades abrangidas pela lei. E por outro, culmina com a identificação dos&#13;
principais desafios e barreiras enfrentadas no exercício deste direito humano fundamental. Com&#13;
alicerce nos propósitos acima, foram elaborados questionários dirigidos ao grupo de pessoas&#13;
com deficiência delimitadas pelo estudo e guiões de entrevistas direccionadas as instituições&#13;
que actuam na monitoria da implementação da lei, por forma a que, fossem extraídos dados&#13;
significativos para a sua conclusão. Os resultados obtidos evidenciam fraquezas na&#13;
implementação da lei do direito à informação, mormente, pela inexistência de condições&#13;
objectivas para que as pessoas com deficiência tenham acesso à este direito em igualdade de&#13;
circunstâncias com as demais pessoas. Predominantemente, as entidades abrangidas pela lei&#13;
não disponibilizam informação, tomando em consideração cada tipo de deficiência.&#13;
Prevalecem lacunas no desenho de estratégias mais eficazes para a implementação efectiva da&#13;
lei, que não é inclusiva em matérias de acesso à informação para as pessoas com deficiência
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<dc:date>2024-12-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>O Papel dos parceiros de cooperação para o fortalecimento do sector da saúde em Moçambique</title>
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<name>Baptista, Sheila Evelina</name>
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<updated>2025-09-30T11:38:29Z</updated>
<published>2025-07-01T00:00:00Z</published>
<summary type="text">O Papel dos parceiros de cooperação para o fortalecimento do sector da saúde em Moçambique
Baptista, Sheila Evelina
Moçambique tem-se beneficiado de vários financiamentos e de apoios de parceiros de&#13;
cooperação para a prestação de cuidados de saúde da população, cuja saúde pública tem&#13;
registado melhorias, assim como os respectivos indicadores. Com a adopção da Declaração de&#13;
Paris, foi sujeito às várias avaliações que conferiram o bom desempenho do País. Contudo ainda&#13;
persistem vários desafios relacionados ao crescimento populacional, à rápida urbanização, ao&#13;
triplo fardo da doença, às cíclicas emergências sanitárias e ao orçamento insuficiente,&#13;
contribuindo para o baixo desempenho do sector. O presente trabalho faz uma abordagem sobre&#13;
o papel dos parceiros de cooperação no fortalecimento do sector da Saúde, avalia o seu impacto,&#13;
aponta os desafios e apresenta as possíveis soluções. A metodologia adoptada é do tipo&#13;
qualitativo, fazendo uma exploração do tema através de revisão bibliográfica, pesquisa&#13;
documental e entrevistas. As entrevistas realizadas respeitaram um guião com tópicos definidos e&#13;
os entrevistados foram selecionados de acordo com a área e função de trabalho, com intuito de&#13;
obter conhecimento relacionado com o objecto do estudo. Foram utilizados, para este estudo, os&#13;
métodos dedutivo, indutivo, histórico e comparativo para o desenvolvimento da temática. No que&#13;
concerne ao enquadramento teórico foi essencial desenvolver a Teoria de Dependência para&#13;
analisar as razões da dependência externa do País e da Teoria da Mudança que foi adoptada&#13;
pelas lideranças do sector, como um novo paradigma de abordagem para obtenção de resultados&#13;
positivos da cooperação, garantindo a complementaridade dos objectivos e prioridades do sector,&#13;
reduzir a dependência externa, garantir a sustentabilidade dos projectos e melhorar a saúde das&#13;
populações. Com base nesses estudos, foi possível concluir que o sector da saúde é altamente&#13;
dependente do financiamento externo e que o País necessita de uma estratégia de&#13;
desenvolvimento que reflita a realidade do País e de assumir a liderança efectiva nas relações de&#13;
cooperação internacional, nas negociações sobre ajuda, nos mecanismos de coordenação e na&#13;
determinação do tipo e das condições de concessão de ajuda
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<dc:date>2025-07-01T00:00:00Z</dc:date>
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