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    <title>DSpace Collection:</title>
    <link>http://www.repositorio.uem.mz/handle258/111</link>
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    <pubDate>Wed, 03 Jun 2026 06:15:54 GMT</pubDate>
    <dc:date>2026-06-03T06:15:54Z</dc:date>
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      <title>Justiça costumeira, autoridade e pluralismo jurídico em Angola: um contributo para o contencioso administrativo costumeiro</title>
      <link>http://www.repositorio.uem.mz/handle258/1636</link>
      <description>Title: Justiça costumeira, autoridade e pluralismo jurídico em Angola: um contributo para o contencioso administrativo costumeiro
Authors: Ventura, Alberto Siku
Abstract: Com a aprovação da Constituição de 2010, inaugurou-se em Angola um novo quadro&#xD;
jurídico que permitiu o reerguimento do Poder Tradicional e do Direito Costumeiro, os&#xD;
quais passaram a assumir papéis mais ativos na vida política, sobretudo na organização da&#xD;
Administração Pública e na administração da justiça. Tal evolução decorre do disposto no&#xD;
artigo 7.o da Constituição, que reconhece o valor e a força jurídica do costume que não&#xD;
contrarie a Constituição nem a dignidade da pessoa humana. Esse reconhecimento abriu&#xD;
caminho para um modelo de coabitação entre o Estado e o Poder Tradicional,&#xD;
particularmente no domínio da administração da justiça.&#xD;
Nesse contexto, os Tribunais do Estado e os Tribunais Costumeiros passaram a servir a&#xD;
mesma população, no mesmo território, embora seguindo sistemas jurídicos distintos.&#xD;
Trata-se de uma manifestação clara de pluralismo jurídico que preserva a identidade&#xD;
histórico-cultural do país.&#xD;
A questão que se coloca, entretanto, é a seguinte: pode dessa coexistência resultar uma&#xD;
Justiça Costumeira cujas decisões tenham a mesma autoridade jurídica que as decisões dos&#xD;
Tribunais Estatais? Esta é a problemática central desta tese, cujo objetivo principal consiste&#xD;
em demonstrar a autoridade das decisões proferidas pelos Tribunais Costumeiros,&#xD;
sobretudo quando confrontadas com as decisões dos órgãos da Administração do Estado.&#xD;
A análise aqui desenvolvida permite compreender e fortalecer o pluralismo jurídico em&#xD;
Angola, sustentando-se que as decisões dos Tribunais Costumeiros possuem natureza&#xD;
jurídica tão válida quanto as dos tribunais estatais, desde que respeitados os limites&#xD;
constitucionais.</description>
      <pubDate>Sat, 01 Nov 2025 00:00:00 GMT</pubDate>
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      <dc:date>2025-11-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>A arbitragem de litigios de consumo: um contributo para sua operacionalização em Mocambique</title>
      <link>http://www.repositorio.uem.mz/handle258/1611</link>
      <description>Title: A arbitragem de litigios de consumo: um contributo para sua operacionalização em Mocambique
Authors: Abreu, Faizal Amussene de
Abstract: A arbitragem de litígios de consumo é uma das realidades jurídicas com potencialidades de&#xD;
petrificar a consagração do pluralismo jurídico, quando vislumbrada na perspectiva de um meio&#xD;
processual alternativo. O principal marasmo ínsito no sistema de resolução de litígios de&#xD;
consumo em Moçambique prende-se com a ínfima demanda nos tribunais judiciais com vista&#xD;
à composição de litígios “consumeristas”. Relativamente à resolução alternativa destes litígios,&#xD;
mormente a arbitragem, nada se vislumbra em Moçambique, restando, apenas, a referência às&#xD;
eventuais negociações ou mediações ocorridas. O referido marasmo agudiza-se pelo facto de&#xD;
todos serem consumidores num mercado em que a contrafacção levanta as suas bandeiras.&#xD;
Seguindo o método dedutivo, o presente exercício consistiu, essencialmente, em trocas de&#xD;
missivas com alguns tribunais judiciais em Moçambique e com outras entidades relevantes na&#xD;
área de defesa do consumidor com vista a se aferir a real demanda no âmbito da resolução dos&#xD;
marasmos que inquietam os consumidores. Os principais resultados atingidos não são&#xD;
animadores, na medida em que foi confirmado o diminuto nível de demanda nos tribunais&#xD;
judiciais (agravado pela inexistência da arbitragem), bem como a indiferença que as matérias&#xD;
“consumeristas” causam aos consumidores, blindada pela inércia do Estado moçambicano em&#xD;
difundir estas matérias constitucionalmente consagradas. Assim, conclui-se que é conveniente&#xD;
atracar-se na convivência pacífica entre a resolução de litígios de consumo pela via dos&#xD;
tribunais do Estado e pela via dos tribunais arbitrais, todas estas talhadas à realidade jurídica&#xD;
de consumo. Não obstante, uma arbitragem itinerante seria a “cereja no topo do bolo”.</description>
      <pubDate>Mon, 20 Apr 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://www.repositorio.uem.mz/handle258/1611</guid>
      <dc:date>2026-04-20T00:00:00Z</dc:date>
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