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dc.contributor.advisorGivá, Nícia-
dc.contributor.authorWaran, Claudius Patrick Taban-
dc.date.accessioned2026-07-02T10:48:44Z-
dc.date.issued2026-06-
dc.identifier.urihttp://www.repositorio.uem.mz/handle258/1649-
dc.description.abstractEcosystem-based adaptation practices emerged as a sustainable strategy for enhancing smallholder farmers’ climate resilience, particularly in drought-prone areas where declining crop yields threaten livelihoods and food security. However, limited research has examined smallholder farmers’ perceptions of the effectiveness and co-benefits of ecosystem-based adaptation practices. This study investigated the perceived effectiveness of ecosystem-based adaptation practices, co-benefits smallholder farmers derived at farm-level, and their influence on adoption decisions among smallholder farmers. A mixed method approach was employed, combining a one-time household survey of 360 farm household heads conducted between 11 September and 11 October 2025 with focus group discussions and key informant interviews in the Mabalane district. The findings identified mixed cropping (83.9%), integrated crop- livestock management (57.2%), and mulch tillage (51.1%) as the most widely adopted ecosystem-based adaptation practices. Smallholder farmers perceived these practices as effective primarily because of their visible contributions to improved soil fertility, soil moisture content, crop productivity, and food security. Additionally, multiple ecological and socio- economic co-benefits, including erosion control, pest regulation, enhanced agrobiodiversity, and income diversification were reported. Although the study revealed statistically significant relationships between ecosystem-based adaptation practices and the perceived co-benefits, these co-benefits were not statistically significant associated with an increase in the number of adopted practices. The results suggest that while perceived effectiveness and co-benefits reinforce the value of ecosystem-based adaptation practices, adoption decisions among smallholder farmers were not driven by the perceived axillary benefits derived from ecosystem- based adaptation practices alone, but a broader set of factors, including enabling conditions and resource endowments. Therefore, it is concluded that, the predominance of three main ecosystem-based adaptation practices in the study area reflects their compatibility with traditional farming systems and their direct contributions in strengthening local climate resilienceen_US
dc.language.isoengen_US
dc.publisherUniversidade Eduardo Mondlaneen_US
dc.rightsopenAcessen_US
dc.subjectClimate changeen_US
dc.subjectEffectivenessen_US
dc.subjectResilienceen_US
dc.subjectEcosystem-based adaptationen_US
dc.subjectMudanças climáticasen_US
dc.subjectAdaptação baseada nos ecossistemasen_US
dc.titleEcosystem-based adaptation practices for smallholder farmers’ climate resilience in Mabalane districten_US
dc.typethesisen_US
dc.description.embargo2026-07-09-
dc.description.resumoAs práticas de adaptação baseadas nos ecossistemas têm emergido como uma estratégia sustentável para aumentar a resiliência climática dos pequenos agricultores, particularmente em áreas propensas à seca, onde o declíneo da produtividade agrícola ameaça os meios de subsistência e a segurança alimentar. No entanto, poucas pesquisas examinaram as perceções dos pequenos agricultores sobre a eficácia e os benefícios colaterais das práticas de adaptação baseadas nos ecossistemas. Este estudo investigou a eficácia destas práticas percebidapelos pequenos produtores, os benefícios colaterais obtidos nas suas parcelas (machambas) e a sua influência nas decisões de adopção. Foi empregue uma abordagem mista, combinando um inquérito a 360 agregados familiares , com enfoque para os chefes de famílias agrícolas, realizado entre 11 de Setembro e 11 de Outubro de 2025, com discussões em grupos focais e entrevistas com informantes-chave no distrito de Mabalane. Os resultados identificaram o cultivo consorciado (83,9%), o maneio integrado das culturas e da pecuária (57,2%) e o cultivo com cobertura morta (51,1%) como as práticas de adaptação baseadas nos ecossistemas mais amplamente adoptadas. Os pequenos agricultores percebem estas práticas como eficazes principalmente devido às suas contribuições visíveis para a melhoria da fertilidade do solo, do teor de humidade do solo, da produtividade agrícola e da segurança alimentar. Além disso, foram relatados múltiplos benefícios ecológicos e socioeconómicos, incluindo o controlo da erosão, a regulação de pragas, o aumento da agrobiodiversidade e a diversificação do rendimento. Embora o estudo tenha revelado relações estatisticamente significativas entre as práticas de adaptação baseadas nos ecossistemas e os benefícios percebidos, estes benefícios não apresentaram uma associação estatisticamente significativa com o aumento do número de práticas adoptadas. Os resultados sugerem que, embora a eficácia e os benefícios percebidos reforcem o valor das práticas de adaptação baseadas nos ecossistemas, as decisões de adopção entre os pequenos agricultores não foram apenas impulsionadas pelos benefícios indiretos percebidos derivados destas práticas, mas por um conjunto mais vasto de factores, incluindo condições favoráveis e recursos disponíveis. Assim sendo, conclui-se que a predominância de três principais práticas de adaptação baseadas nos ecossistemas na área de estudo reflecte a sua compatibilidade com os sistemas agrícolas tradicionais e as suas contribuições directas para o reforço da resiliência climática localen_US
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