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dc.contributor.authorPorsani, Juliana-
dc.contributor.authorBörjeson, Lowe-
dc.contributor.authorLalander, Rickard-
dc.contributor.authorLehtilä, Kari-
dc.contributor.authorMartins, Angelina R. O.-
dc.date.accessioned2026-03-03T09:56:17Z-
dc.date.issued2020-
dc.identifier.otherhttps://www.ecologyandsociety.org/vol25/iss4/art20/-
dc.identifier.urihttp://www.repositorio.uem.mz/handle258/1567-
dc.description.abstractBased on a case study from rural Mozambique, we stress that ecosystem services research may be enriched through gendered livelihood approaches, particularly in terms of experienced ecosystem services. Ecosystem services studies have been accused of being gender blind. We argue for the value of open narratives that are attentive to the gender dynamics underpinning the production and reproduction of livelihoods. By focusing on the experienced gender dimension of ecosystem services, livelihood perspectives fulfill the normative role of providing a people-centered means to assess the values of the environment “from below” and can therefore constitute an entry point to a holistic understanding of by whom, how, when, and why the environment is experienced as valuable. Our findings stress the dynamism and plurality of experienced ecosystem services (i.e., they vary across groups and time and cross-cut material and immaterial dimensions), as well as the asymmetrical gendered and fundamentally cultural relations that they enable. Accounting for the experienced gender dimension of ecosystem services is critical to contextualize the environment in people’s lifeworlds and to make understandings of ecosystem services representative of, and instrumental to, people’s voices and agendas. We show how such enriched, diverse, bottom-up ecosystem services perspectives form an essential foundation (together with ecological research) for resisting applications of reductionist top-down categories assumed to represent general local valuesen_US
dc.language.isoengen_US
dc.publisherResilience Allianceen_US
dc.rightsopenAcessen_US
dc.subjectCultural embeddednessen_US
dc.subjectExperienced ecosystem servicesen_US
dc.subjectGenderen_US
dc.subjectLivelihoodsen_US
dc.subjectMozambiqueen_US
dc.subjectNguavaen_US
dc.subjectInserção culturalen_US
dc.subjectServiços ecossistêmicos experientesen_US
dc.subjectGêneroen_US
dc.subjectMeios de subsistênciaen_US
dc.titleEnriching perspectives: experienced ecosystem services in rural Mozambique and the importance of a gendered livelihood approach to resist reductionist analyses of local cultureen_US
dc.typearticleen_US
dc.description.embargo2024-03-27-
dc.description.resumoCom base num estudo de caso da zona rural de Moçambique, sublinhamos que a investigação sobre serviços ecossistémicos pode ser enriquecida através de abordagens de meios de subsistência baseadas no género, particularmente em termos de serviços ecossistémicos experimentados. Estudos de serviços ecossistêmicos foram acusados de ser cego em termos de género. Defendemos o valor de narrativas abertas que estejam atentas à dinâmica de género que sustenta a produção e reprodução de meios de subsistência. Ao centrar-se na dimensão de género experimentada dos serviços ecossistémicos, as perspectivas de subsistência satisfazem o papel normativo de fornecer um meio centrado nas pessoas para avaliar os valores do meio ambiente “de baixo para cima” e pode, portanto, constituem um ponto de entrada para uma compreensão holística de quem, como, quando e por que o ambiente é considerado valioso. As conclusões sublinham o dinamismo e a pluralidade dos serviços ecossistémicos experimentados (ou seja, variam entre grupos e tempo e entre sectores). dimensões materiais e imateriais), bem como as relações assimétricas de género e fundamentalmente culturais que elas permitem. Ter em conta a dimensão de género vivenciada nos serviços ecossistémicos é fundamental para contextualizar o ambiente no mundo da vida das pessoas e para tornar a compreensão dos serviços ecossistémicos representativa e instrumental para as vozes e agendas das pessoas. Mostramos como essas perspectivas enriquecidas, diversas e de baixo para cima dos serviços ecossistêmicos formam uma base essencial (juntamente com a pesquisa ecológica) para resistir às aplicações de categorias reducionistas de cima para baixo que se presume representarem valores locais gerais(TRADUÇÃO NOSSA)en_US
dc.journalEcology and Societyen_US
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